quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Quero compartilha o texto de uma grande amigo de décadas (isso mesmo, DÉCADAS melhor não fazer as contas). Aquelas amizades que sempre resistem ao tempo e agora vai resistir ao invisel que vai nos separar. Ontem fez uma semana de tua "abdução" e teus versos eu espalho pelo o mundo Antonio Jandson ( UM INSTIGANTE).

"Lembro de quando fiz 5. 
Dava voltas ao redor da mesa da sala de jantar, e não conseguia acreditar que já tinha uma mão cheinha de dedos comemorados - um para cada ano vivido - uma mão inteirinha era o tamanho da minha vida então!
Hoje preciso de muitas vezes minhas duas mãos cheias, para representar com os dedos cada ano vivido.
Os vividos intensamente deveriam ser representados por mais que um dedo, afinal, o desgaste energético e de adrenalina são oxidantes! Por felicidade ou desespero, tanto faz! Na conta do desgaste, vale só a intensidade - a sensação boa ou ruim, é assunto nosso, e dedo não conta isso. Dedo conta o tempo que já foi vivido. Tempo conta o que gastamos de nós mesmos - física, emocional, mental e energeticamente.
Com que dedos contamos o que conquistamos a despeito do que perdemos? E o vice versa?
Será que tem como negociar uma pausa na contagem para o tempo improdutivo gasto com depressão, desilusão, tristeza e afins?

A verdade é que me sinto bem, ainda que me sinta cada vez mais inadequado para viver no que o mundo está se tornando.
Isso modifica a temperatura das expectativas. Somada ao meu segundo tempo no jogo da vida, não vou dizer que é fácil, nem gostoso...
mais a experiencia é do caralho
Ando triste, mas em paz. A inevitabilidade é minha maior linha de apoio.
Inevitabilidade do tempo, bem entendido. Porque do rumo que as coisas estão tomando, não há o que me faça sentir apoiado.
Pelo contrário.....mas aprendi cantando Wisnik:
"Se meu mundo cair......Eu que aprenda a levitar...."

                                                                                                              Antonio Jandson

domingo, 26 de agosto de 2012

I´m Back!!!

Depois de tantos meses longe do meu cantinho, é bom volta e notar que o número de visualizações não diminui e que meus amigos gostam do que escrevo. As coisas no mundo mudaram durante esses meses, o que foi mais natural entretanto foram as derrotas da seleção brasileira de futebol, melhor mudar de assunto.

Bom foram tantas coisas que prefiro voltar soltando versinhos pelo ar! (nossa que romantismo, realmente estou me apaixonando cada vez mais por Adam Smith ou talvés Keynes kkkkk).

As noticias mudaram, os ventos mudaram seus cursos, o sol já nasceu inúmeras vezes, mas, continuo adorando as verdade embutidas nos olhares, no sorriso amarela da timidez, dos abraços inesperados, do silêncio que nos cerca em mil palavras querendo sair pela boca. Ainda adoro os versos soltos pelo ar sem motivo aparente, mas, que alguém os pega como feitos para si.

Bom final de Agosto para todos!


                                                                                                                  Criz Cavalcante e Bragança

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O Teu Cristo




Quando o Cristo renascer nessa semana denominada Santa, que este mesmo espírito possa renascer em te. Não o Cristo que nos ensinaram que um dia vai nos cobrar por sua dor na cruz, mas da forma que você permita que ele chegue a ti.
Ele pode estar sangrando pelos golpes de suas palavras ou cheio do pó de seus planos que desabaram, e por algum motivo, você jogou todos os destroços sobre ele. Não se espante quando o encontrar encharcado da chuva, ele pode esta molhando se a muito tempo; desde que fechastes suas portas para ele. Mas tenha certeza nunca, você o encontrará dormindo.
Não se preocupe com orações, palavras, desapegue se das conveniências e formalidades. Se o mundo te ordena ser adulto e racional, ele alegra se justamente com o oposto; torne se criança diante dele. Fale com simplicidade de coisas... Como Cristo que é ele sempre te protegerá.



Criz Cavalcante

sábado, 31 de março de 2012

Aprovação no Vestibular



Deixei o som ligado para ouvir o resultado dos aprovados no vestibular 2012 da UERN, logo algumas coisas me vieram à cabeça, a primeira delas é o samba do malandro Martinho da Vila, em seguida pude ver-me ainda criança fazendo a mesma coisa e falando a minha “vozinha”: Um dia eu vou ouvir meu nome... Nem imaginava o que tal situação significava. Os anos se passaram e cá estou eu, com o mesmo frio na barriga, como se esperasse que mais uma vez meu nome ressoasse entre um dos tantos aprovados. Aqui estou cheia de inseguranças, persistente e amando cada vez mais o curso que entre tantos marquei sem extasia.
Não desliguei tampouco baixei o volume do som, permaneci extática, o sambava continuava e sua letra parecia remeter a minha (a nossa) própria caminhada, pois até o diretor careca é o magnífico por lá, mas, com apenas um diferencial: Não passei na faculdade particular.
Nobre poeta da vila não passei em umas das 2.016 instituições de ensino superior espalhadas no território tupiniquim. Para a alegria das minhas estradas estudo em faculdade pública. A incerteza da aprovação, dedilhar meu nome entre tantos, conferir gabaritos e gritar o tão famoso PASSEI!!!! A particular nunca haveria de me proporcionar. O orgulho de meus pais e suas vozes embargadas de tanta alegria e orgulho valeriam todo o mundo dos meus sonhos. O preenchimento agendado de formulários toda semana, não espelharia meus olhos marejados quando a tudo isto relembro, e quando penso em todos os mares tempestuosos, que ainda estão a me aguardar.
Malandros haveremos de ser para emendar a noite com o dia para o famoso IRA não ver baixar, sacudiremos todos os bolsos para as moedas acumular, pois maior fortuna em uma fotocopiadora não há de igualar, os livros tão caros por enquanto nem mesmo parcelado podemos almejar, festa de formatura? Só a placa já esta de bom tamanho. Festa mesmo será emoldurar o diploma onde todos possam vislumbrar, e poder ter a certeza em cada amanhecer que os ônibus lotados, as inúmeras, intermináveis greves, artigos, choro valeram a pena.
Aprendemos logo na UERN o significado de competitividade. O termo é prático, é estar sempre atento para qualquer carro que parar! Não há como fugir, afinal, quando escolhemos nosso curso deve ter sido igual... Primeiro saímos correndo, empurramos os que queriam a nossa frente passar, abrimos a porta do carro, sentamos então só ai perguntamos: você ta indo pra onde? Só que neste caso o motorista espera que nós indiquemos a direção ou então nem mesmo do portal ira passar.

                                                                                                                     Criz Cavalcante

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Boas Surpresas da Internet

Estava acessando meu Twettar em um Sábado chuvoso,(coisa rara em minha cidade: chuva, neblina ou algo similar) quando percebi que havia um novo seguidor,( como de costume, fui bisbilhotar para saber de quem se tratava) para minha felicidade auditiva tratava se de Bodhi Jones. Até aquele momento ainda não tinha ouvido nenhuma música do moço. Bodhi Jones é um compositor e cantor de encher os ouvidos que mora em Vancouver (bem ali); fiquei surpresa com tão boa música, melodia, afinação e voz suavemente peculiar(suave sim, mas nada de voz engessada, ele saber brincar com a mesma)...Enfim, não vou me meter muito pois de música só sei de ouvido; nada de técnica.
Então, como o blog deixa claro(Desvio de Rumo)vamos sair dos papos que nos afloram indignação e mudar o rumo da conversa para música. Vou dividir com vocês a música que não me sai da cabeça chamada "the sky is falling" tem uma batida mais suave(bem dia chuvoso), mas para quem não está no ritmo da chuva, está mais para verão, verão, é só dar uma conferida no site oficial do Bodhi Jones lá você vai encontrar todas suas músicas. Prometo que não irão se arrepender, palavra de piscina!      http://www.bodhijones.com/#awp::